quinta-feira, 14 de julho de 2011
Dia do Rock na Putzgrila
A parceria fechada, sim, da Putzgrila com a Marquise 51 Records foi do caralh# simplesmente. As bandas, que agora não lembro de todas...
Lembrei! Ou melhor, me lembraram (valeu Pedro Director), na ordem de apresentação foram essas;
Cattarse
Calibre
Dinamite Joe
Acústicos e Valvulados
Cartolas
Picanha de Chernobil
Identidade
Vera Loca
Clarissa Mombelli
Lítera
Caio, Igor, Doce e Morto (jam I)
Guff
Nômades
Gaspo Harmonica
Velocetts
Egisto dal Santo
Jam II - Lugar do Caralho e Raulzito
Estas banda estavam todas ali por amor pelo Rock (sem jaba, sem jaba...), vários amigos e aquela confraternização massa em torno dessa nossa grande e inspiradora manifestação cultural.
Ah, o patrocínio da Back In Black e o apoio da Beatnik e da Cerveja Coruja, deliciosa, só demonstram que ainda existem pessoas que acreditam no Rock, que acham que não é só uma coisa velha, atrasada, que ninguém da a mínima e daqueles loucos da Putzgrila!
Sim, o mundo ainda tem salvação!
Foram 8 horas de Rock ao vivo, acústico e vivo no Putzgrila Music Hall, o novo espaço espacial Putzgrílico que brevemente trará muitas outras bandas para deleite dos ouvidos Rocknianos, mal tendo tempo de intervalo para a subida ao palco dos componentes das bandas.
Legal também foram esses intervalos entre as bandas, quando rolavam músicas pedidas pelos integrantes das mesmas inclusive e transmitidos pela twitcan da Marquise 51 que cobriu o evento na íntegra. Foram momentos de muita descontração, alegria, de rever e de fazer novos amigos e principalmente de conversar sobre, sobre que mesmo...
Sim ele, sempre ele, o onipresente Roque!
Mas que, que tem esse tal de Rock'N'Roll de tão especial?
Não sei, nem tenho a capacidade e como expressar minha admiração por tão apaixonante estilo, estilo de vida até eu diria. Como assim!?
Pois é, acho que não tem como não admitir que o Roque entra devagarito pelos ouvidos, quando tu menos percebe se apropria da tua mente, corpo, biblioteca, cabelos, discoteca (principalmente), guarda-roupas, tudo!
E assim nunca mais serás o mesmo, nem teus amigos, nem teus hábitos. Desse momento em diante não tem mais volta, nem quero mesmo!
\m/
Mas voltando ao planeta, espe e espacialmente falando na comemoração do dia do Rock na Rádio que é Rock de Verdade e é Rock o ano todo, tava esperando pra falar isso, mas que eu ia falar mesmo...
Sim, em breve a Putzgrila e a Marquise 51 vão divulgar todo material que foi produzido na maravilhosa festa ao nosso amigo Roque. Entrevistas, fotos, os shows e outras especiarias vindas do novo mundo do velho planeta do querido, amado e idolatrado Roque!
E finalmente, se é que isso tem fim... agradeço a todos irmãos Putzgrilicos que trabalharam, botaram a mão na massa, deram o coração, a alma, suaram, perderam cabelos, gastaram seus tênis e resuaram para fazer tudo isso dar certo.
Obrigado por ter me dado uma família tão especial com essa, papai Roque!
PS
Gostaria de mandar um beijo pro meu pai, pra minha mãe e especialmente pra você Roque!
Ninguém segura esse tal de Roque, porque o Rock'N'Roll é o meu Pastor e a Putzgrila é o meu Cajado!
terça-feira, 3 de maio de 2011
SEQUÊNCIA ESPECIALÍSSIMA DE ÁLBUNS CLÁSSICOS ROLANDO NA ÍNTEGRA NA PUTZ
E como a Putz é a RÁDIO ROCK DE VERDADE, selecionamos alguns álbuns para rolar na íntegra...
Mais de 20 horas de álbuns inteiros, começando muito bem com o clássico absoluto dos Beach Boys, pontualmente as 17h.
Essa é a programação...
Esperamos que curtam!
Beach boys - Pet Sounds
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Retrofoguetes realizam primeira turnê internacional

Argentina é o país escolhido para o início das apresentações
Os Retrofoguetes desembarcam na Argentina neste mês de Dezembro. Na mala, todos os ritmos que fazem da banda baiana uma mais importantes do Brasil, na atualidade. Rex (bateria), CH Straatmann (baixo) e Morotó Slim (guitarras) levam, pela primeira vez, a sua música instrumental, gravada nos dois CDs da banda, Ativar Retrofoguetes! (2004) e Chachachá (2009) para as terras portenhas. Os shows acontecem de 16 a 18 de dezembro, nas cidades de Buenos Aires, Rosário e La Plata.
Música Internacional – Esta viagem para a Argentina será a primeira excursão internacional da banda e representa mais uma etapa na concretização da ideia de levar a música dos Retrofoguetes, ao vivo, a diferentes públicos. “Por ser um trabalho instrumental, a nossa música não possui a barreira da língua”, lembra o baixista CH Straatmann. A Argentina foi o país escolhido para iniciar esse trabalho por ter uma cultura rica dentro da América Latina e essa influência pode ser percebida no tango Constelación, uma das faixas do 2º CD autoral da banda, Chachachá (2009). “Gostamos muito da música feita no país e teremos a chance de tocar com excelentes bandas de lá”, reforça CH.
Em 8 anos de criação, os Retrofoguetes colecionam admiradores por todo o mundo. No histórico da banda, matérias de revistas do Japão, inclusão de faixas em coletâneas internacionais de surf music e músicas executadas em rádios de países como Rússia e os Estados Unidos. Esse alcance é justificado pela disponibilização da música da banda em sites como o MySpace e outros do mesmo segmento. “A música instrumental tem um potencial ilimitado. Somos entendidos em qualquer lugar do mundo. Esta viagem à Argentina é só o primeiro estágio”, revela Rex, baterista da banda. A banda aproveitará a viagem para realizar contatos para uma nova turnê em 2011. “E também experimentar outra cultura, outro público e planejar, com mais calma, viagens para outros países”, completa.
Retrofoguetes
Conhecidos em todo o Brasil como um dos mais virtuosos e conceituados grupos de música instrumental do cenário independente, o trabalho dos Retrofoguetes ganhou destaque em 2009, quando a revista Rolling Stone incluiu Chachachá nas lista dos 25 melhores discos nacionais de 2009. Em 2010, a banda entrou para a lista das “10 Melhores Bandas do Nordeste”, segundo o portal Vírgula/UOL. Outro destaque foi dado pelo site RockPress, uma das principais revistas on line de música no Brasil, que coloca Chachachá como o melhor disco nacional de 2009. Ainda em 2009, os Retrofoguetes foram indicados ao Prêmio VMB como Melhor Banda Instrumental. Requisitados em diferentes eventos e projetos, em novembro passado, participaram como banda convidada do Festival PIB – Produto Instrumental Bruto em São Paulo, que gerou um programa especial já exibido pela MTV Brasil. No Rio de Janeiro, gravaram o Programa Experimente, apresentado por Beto Lee, do canal Multishow, que vai ao ar em 2011. No Rio Grande do Sul, palco até então inédito, a banda realizou dois shows, conquistando novos fãs. Colecionando prêmios e apresentações inesquecíveis por todo o país, o som dos Retrofoguetes é resultado das várias influências rítmicas do universo dos seus integrantes. No set list, a conhecida surf music que fez a fama no início da carreira, e ainda rockabilly, polka, mambo, tango, música italiana, swing jazz e muito rock’n’roll.
Tour Argentina 2010
16 de dezembro
Retrofoguetes, Hong Kong Club e Motorama
Salón Pueyrredon, Ciudad de Buenos Aires
17 de dezembro
Retrofoguetes, The Broken Toys e Thes Siniestros
Club Imperial, Ciudad de Rosario
18 de dezembro
Retrofoguetes, The Tormentos e Thes Siniestros
Pura Vida, Ciudad de La Plata
Contatos
My Space: www.myspace.com/retrofoguetes
Fotolog: www.fotolog.com.br/retrofoguetes
Twitter: www.twitter.com/retrofoguetes
Reverbnation: www.reverbnation.com/retrofoguetes
E-mail: contato@retrofoguetes.com.br
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Aguardando o Senhor das Trevas em 30 de março

Buenas moçada!
Let Me Hear You Scream (do álbum Scream, de 2010)
Mr. Crowley (do Blizzard of Ozz, primeiro solo, de 1980)
I Don't Know (também do primeiro)
Fairies Wear Boots (cover do Sabbath, do álbum de 1970: Paranoid)
Suicide Solution (Blizzard of Ozz, de 1980)
Road to Nowhere (No More Tears, de 91)
War Pigs (Sabbath cover, do Paranoid de 1970)
Fire in the Sky (No Rest for the Wicked, 1989)
Shot in the Dark (Ultimate Sin, 1986)
Rat Salad (Sabbath cover, do álbum de 1970: Paranoid)
Iron Man (Sabbath cover, também do Paranoid)
I Don't Want to Change the World (do álbum No More Tears, de 91)
Crazy Train (Blizzard of Ozz, de 1980)
Bis
Mama, I'm Coming Home (No More Tears, de 91)
Paranoid (Sabbath cover, do Paranoid de 1970)
Quanto: R$ 150 (pista e arquibancada), R$ 200 (cadeira coberta) --maiores de 60 anos têm desconto de 50% no valor
terça-feira, 30 de novembro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
PORTO ALEGRE COM SÓ CREEDENCE EM DOSE DUPLA


segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Putz Delivery
Como funciona?
Você manda o seu playlist de 15 músicas para radioputzgrila@gmail.com, com o assunto Putz Delivery e o Xamícoles seleciona as músicas de acordo com o tempo disponível (1 hora) e prepara o programa com as suas músicas e o tempero da Putz.
Tempero? Que tempero?
A Putz não vai simplesmente pegar o playlist do ouvinte selecionado e "tacar play". Junto com o seu playlist virão informações sobre as músicas e sobre os músicos.
Posso dedicar uma música pro meu colega de trabalho?
É claro! O pedido é seu e a dedicatória também é sua! É só mandar tudo no e-mail, que entregaremos seu pedido conforme a encomenda.
Então não percam tempo e mandem seus playlists que o primeiro já vai ao ar na segunda, dia 4 de Outubro.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
MAIS UM MSN PUTZGRILICO
Atendendo aos pedidos dos ouvintes que não conseguem mais adicionar o messenê putzgrilico, foi criada mais uma conta!
É isso ae!
Agora a Putzgrila tá dando um dois!
Dois MSN!
Adiciona ae!
radioputzgrila2@hotmail.com
Vai lá! Adiciona e pede teu som ae!
E não esquece: Dia 26 tem a festa finaleira do mês de aniversário da Rádio Rock de Verdade!
Depois da Putz festa no Beco — em parecria com a Marquise 51 — e de todas as sextas-feiras no Prefácio, vai ser a vez do CABARET (Independencia, 590) receber a malucada rocker da Putzgrila pra rolar um som e fazer uma noitada roqueira no domingão, dia 26 de setembro a partir das 19h. Sim: 19h!
Adiciona o MSN e pinta lá na festa!
Quem for na festa e falar que adicionou o MSN novo da Putz vai ganhar um beijo do Diretor!
A festa é uma martelada da Putzgrila com a moçada da Prego Produtora.
Manda um email pra listaputz@pregoprodutora.com.br com teu nome e garante teu ingresso com desconto!
Keep on rockin´!
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Uma manada de elefantes na madrugada de Porto Alegre
Meia noite
Quase duas horas de show com um desfile de outros convidados mais do que especiais: Marquinho Faria nos teclados, Nati, Carol e Perón da banda Os Aventuras, o naipe “metaleiro” do trombone de Julio Rizzo e do saxofone tenor de Rodrigo Siervo e ainda, particularmente pra mim o ponto alto do show, o mestre guitarreiro Luís Vagner — integrante de uma das grandes bandas brasileiras da Jovem Guarda, os Brasas, e também um dos mentores do samba-rock — no tema Vazio na Cerveja numa noite em que o samba-rock transou com a psicodelia. Magia pura.
Foi uma paulada atrás da outra. As canções do álbum Na Cidade, com a mistura de surf music, rock setentista e psicodelia da Pata deram o tom da noite, sem bis, encerrando com “Um olho no fósforo e outro na fagulha”, do disco de 2007. E a Sabrina emocionada, como muitos dos convivas.
Me despedi dos amigos pensando se conseguiria pegar um táxi para enfrentar a chuva.
Mas que chuva? A manada de elefantes solta no palco do Opinião espantou as nuvens deixando a madrugada de quinta-feira
Ouçam e embarquem no safari musical da Pata.
Mais ainda: quando tiverem oportunidade assistam a Pata de Elefante ao vivo.
É bom de vez em quando levar uma patada na orelha.
Faz bem pro cérebro.
E como diz o Daniel Pellin: em boca fechada não entra mosca.
Quanto aos shows de lançamento do na Cidade, rola hoje à noite (quinta, dia 17) no Atelier Coletivo em Bagé, amanhã, sexta (18 de junho) em Pelotas no João Gilberto às 21h e logo depois, uma da manhã no Larus
Quanto às fotos devem ter várias já na internet.
Não levei minha câmera. Acabei usando a da Sabrina e logo ela postará aqui.
Infelizmente não cheguei a tempo de ver a banda que fez a abertura, Reverba Trio, mas na próxima quero dar uma sacada.
Rafael Cony
Apresenta os programas Digestivo Putzgrila de terça e quinta, das 13 às 15h e o Flying Circus às terças, das 15 às 17h.
Também é um dos integrantes da banda Só Creedence e designer gráfico.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
Trecho de entrevista de Slash

CourierMail.com.au: Seu novo álbum solo, “Slash”, tem a participação de Fergie como vocalista. Como isso é visto pelos seus fãs de rock?
Slash: "Certamente alguns ficaram duvidosos. Ela é incrível. Ela é uma cantora de rock que canta pop. Ela faz coisas incríveis. Quando os rumores de que Fergie iria participar do meu álbum surgiram, todo mundo pensou que eu iria tocar pop. Fergie estava por perto, ela é uma grande fã do Axl (Rose), ela veio e cantou. Eu não coloquei (a música) no álbum porque eu não queria que parecesse sério. Então eu a coloquei como bônus do álbum no Japão e, é claro, vazou. Mas na verdade é uma ótima versão".
CourierMail.com.au: O que você tem em comum com a Fergie?
Slash: "Parece que nós temos várias histórias de guerra do passado em comum. Digamos que ambos viemos de um passado bagunçado".
CourierMail.com.au: Você está limpo e sóbrio agora, mas todo mundo fala de seu inferno de DROGAS e bebidas – o qual você não aprofundou muito em sua autobiografia.
Slash: "Eu não queria focar em tudo aquilo no livro. Eu superei isso. O foco principal do livro foi tornar pública um pouco da realidade do GUNS N' ROSES e da reunião".
CourierMail.com.au: Você teve ofertas para transformar o livro em filme?
Slash: "Algumas pessoas me perguntaram se eu queria licenciá-lo para um filme. Na verdade, isso não me interessa muito. É apenas um livro que eu escrevi para tirar um peso do meu peito. Eu não consigo imaginar alguém me interpretando em um filme".
CourierMail.com.au: O livro fez com que as pessoas parassem de perguntar se você vai se reunir com Axl Rose no GUNS N' ROSES?
Slash: "Diminuiu sim, consideravelmente, quando eu lancei o livro. O livro fala abertamente. Você deve ser um idiota para não entender, mas ainda há pessoas repugnantes que insistem em perpetuar esse mito. Levando em conta todas as coisas, eu fico muito feliz que a banda tenha esse estigma, essa contínua mística ligada a ela. Eu tento não ficar muito agitado. Existe essa nova geração de fãs do GUNS N' ROSES que nunca viram a banda – seria até legal nos juntarmos para fazer alguns shows para eles, mas isso simplesmente não vai acontecer".
CourierMail.com.au: O que você achou do “Chinese Democracy”, o primeiro álbum do GUNS N' ROSES sem você?
Slash: "É incrível. É a gravação perfeita de Axl".
CourierMail.com.au: Isso é muito diplomático.
Slash: "Não. É verdade. Axl é brilhante. Eu o vejo de forma diferente do fã comum, eu o vejo mais sobre do que se trata e o que ele representa em nossa relação. Eu acho que é um álbum brilhante. É realmente o álbum que eu esperava que ele fizesse".
CourierMail.com.au: Então, qual é o status do VELVET REVOLVER? Dormente?
Slash: "Está apenas num estado de limbo até nós nos reunirmos e definirmos quem será o (novo) vocalista".
CourierMail.com.au: Qual é o seu clipe favorite do GUNS N' ROSES?
Slash: "O único que eu gosto é 'Paradise City', porque é ao vivo".
CourierMail.com.au: E sobre “November Rain”? Seu solo de guitarra na montanha é um grande momento nos clipes de rock.
Slash: "Eu não o assisto há anos. 'November Rain' ainda é um dos clipes mais caros já feitos. Eu odeio clipes. Assim como estar lá no topo - a epítome do tipo de coisa que não suporto".
Leia a entrevista completa (em inglês) no CourierMail.com.au.
Fonte: Whiplash
segunda-feira, 15 de março de 2010
Um Rolling Stone em Porto Alegre...
Buenas rapaziada...Sim! Porto Alegre terá o privilégio de asssitir a um show de um ex-integrante dos The Rolling Stones!
Ao que tudo indica dia 1º de junho teremos um show de Mr. Mick Taylor no teatro do Bourbon Country. Ainda não estão confirmados outros shows no Brasil, mas é certo que São Paulo e Rio também receberão o cara que substituiu Brian Jones nos Stones e Eric Clapton nos Bluesbreakers de John Mayall (aliás, outro show que veio a Porto Alegre e que foi uma verdadeira celebração!). Vai rolar ainda um show em Buenos Aires. No Brasil, além de Rio e Sampa, existem rumores de que Belo Horizonte, natal e Recife recebam os solos e acordes de Mick Taylor.
A banda que acompanha Mick Taylor por si já vale o ingresso: o pianista Max Middleton (que já tocou com Jeff Beck e Chris Rea), o baterista Jeff Allen (ex-músico da banda do Van Morrison), o guitarrista Denny Newman (Manfred Mann e Blues Band) e o baixista Kuma Harada (ex-Bob Dylan e Chris Rea).
Ao lado dos Stones Mick Taylor gravou os álbuns Let It Bleed (1969) onde toca Country Honk e Live With Me; o single Honky Tonk Woman; o ao vivo Get Yer Ya-Ya's Out! (1970) e os álbuns Sticky Fingers (1971), Exile on Main Street (1972), Goats Head Soup (1973) e It's Only Rock 'n' Roll (1974). Ainda participou de canções lançadas nos álbuns Metamorphosis (1975) e Tattoo You (1981), com Tops e Waiting on a Friend, gravadas em 72 nas sessões do Goats Head Soup.
A primeira apresentação de Mick Taylor com os Stones foi no Hyde Park, em Londres, num concerto para meio milhão de pessoas no dia 5 de julho de 1969, apenas dois dias depois da morte de Brian Jones. Alguns álbuns e tournées no padrão stoneano (muito sexo, muitas e muitas drogas e muito, muito, muito rock and roll) foram demais para a cabeça de Mick Taylor. Após sua saída dos Stones, em 74, sua carreira solo foi bem insconstante, com um excelente álbum homônimo lançado em 1979 e depois só em 1990. De lá pra cá foram lançados os álbuns Stranger in This Town (1990), Too Hot for Snakes' (ao lado de Carla Olson em 1991), A Stone's Throw (2000), Coastin' Home (ao vivo, em 2003) e Shadow Man (2005).
A contribuição de Mick Taylor para os Stones é inegável, tanto que os álbuns considerados os melhores da banda são da fase com Mick Taylor e sua Les Paul.
Na foto que ilustra este texto, fiz uma montagem mostrando algumas fases de Mr. Taylor: hoje em dia, em um de seus shows; enquanto ainda era um Stone na maravilhosa foto da contracapa do Sticky Fingers (Taylor é o quarto da esquerda para a direita, entre Charlie Watts e Bill Wyman) e depois, nas duas do canto direito com os Stones em 69 e ao lado de Jimi Hendrix.
Bom, no Rafael Cony Flying Circus desta terça então vou homenagear o cara no bloco 4 Ases e 1 Coringa, mandando ver algumas canções de/com Mick Taylor.
Putaqueopariu!!! Praticamente 10 dias depois do Johnny Winter e do ZZ Top...
Esse ano a coisa tá boa!!
Grande abraço e Keep on Chooglin´!!
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
COBERTURA ACDC BUENOS AIRES

Isso aí moçada putzgrílica!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009
HOJE NO RAFAEL CONY FLYING CIRCUS: uma homenagem aos 42 de lançamento do álbum AXIS: BOLD AS LOVE de JIMI HENDRIX.

No mais, aqueles roquezinhos antigos que não tem perigo de assustar ninguém... um pouco de blues, country e psicodelia. Esse é o RAFAEL CONY FLYING CIRCUS, toda terça das 15 às 17h.
Sem esquecer que às terças o DIGESTIVO PUTZGRILA - abrindo a programação ao vivo da Putzgrila - é comigo... é muito mais rock and roll!
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
JOHNNY WINTER NO BRASIL EM 2010 E NO RAFAEL CONY FLYING CIRCUS NESTA TERÇA, DIA 10!

As datas, "inscrusive", já estão no site dele:
• Sexta, 14 de maio: Studio 5 - Manaus
• Sábado, 15 de maio: Centro de Convenções - Brasília
• Domingo, 16 de maio: Teatro Castro Alves - Salvador
• Quinta, 20 de maio: Teatro Guaira - Curitiba
• Sexta, 21 de maio: Via Funchal - São Paulo
• Sábado, 22 de maio: Canecão - Rio de Janeiro
Porto Alegre, que se auto-intitula a cidade mais roqueira do Brasil não tá nessa, infelizmente.
Entre o domingo 16 e a quinta 20 tem 3 dias. Espero que os produtores gaúchos (se é que sabem quem é Johnny Winter) se liguem. Mas só não tragam para o Pepsi on Stage.
E já que a Putzgrila é a rádio rock de verdade — e que toca Johnny Winter direto na programação — vou fazer o "4 Ases e 1 Coringa" desta terça, no Flying Circus, com algumas canções de Mr. Johnny Winter.
Não será fácil, afinal são mais de 30 álbuns em mais de 45 anos de carreira desse texano albino de 65 anos e sua fantástica Gibson FireBird.
Mas vou me esforçar...
Então, fiquem ligados no Digestivo de terça e no Rafael Cony Flying Circus desta terça, dia 10.
É muito mais roquenrol!!!
Abz, Bjz e Keep on Chooglin´!
Rafael Cony
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Entrevista Banda Andina
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Digestivo!!! 16 out 2009 com Lola Molusco!!!
Som Imaginário - Som Imaginário 1971 - 01 - Cenouras
Casa das Máquinas - Ensaio 2007 Dr. Medo
Chuck Berry - Roll Over Bethoven
Electric Light Orchestra - Roll Over Beethoven
Ninth Symphony (second movement - abridged)
Sepultura - 2099 A-Lex - Ludwig Van
JBO "And_Pavarotti" - Roots_Bloody_Roots
Zé Ramalho e Sepultura - A Dança Das Borboletas.mp3
Apocalyptica - Refuse resist - Pedido "Amavisca"!
Metallica - Master Of Puppets - Master Of Puppets - Pedido Preto
White Zombie - More Human Than Human - Pedido José Fernando Marins, vulgo "Chuck Norris" hehehe
Dover - Devil came to me - Pedido "Amavisca"!
L7 - Monster
Rage Against The Machine - Bulls on Parade - Pedido José Fernando Marins!
Foo Fighters - Everlong - Pedido do Celso pra Karol!
Deep Purple - Fireball (1971) - 07 - No One Came
Júpiter Maça - Walter Victor
Pata de Elefante - Bolero Das Arábias
Black Sabath - 04 - Megalomania
The Beatles - Yellow Submarine - 03 - All Together Now
Beijos da Lola e até a sexta que vem!
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Tô mas não tô. Não tô mas tô.
Quanta pretensão... Mas não poderia deixar de compartilhar com vocês.
É demais...
Bjz | Abz Xamícoles
PS: Como tava o XAMROCK hoje?
domingo, 23 de agosto de 2009
Chuck Berry - Autógrafo tatuado no braço!
Quinta-feira, Teatro do Bourbon Country, 20h. Staff “putzgrílico” reunido no saguão do teatro: Pedro Fonseca (nosso Diretor Geral, fazendo a mão como fotógrafo), Sabrina Kwaszko (nossa Gerente de Relacionamento), eu e a Cris — minha mulher — curtindo uns canapés, bruschetas, nachos e um vinhozinho, conversando com alguns amigos, músicos e jornalistas que encontrávamos e esperando o momento de ver e ouvir novamente, pouco mais de um ano depois de sua primeira apresentação em Porto Alegre, um dos 3 nomes ainda vivos que criararm esse tal de roquenrol.
Pouco antes das 21h a Sabrina e o Pedro foram para a área reservada a imprensa, já que a Opus, promotora do evento, destinou dois passes para cada veículo. Como minha mulher e eu havíamos comprado nossos ingressos no primeiro dia em que começaram a ser vendidos, apenas curti o show, sem ter que trabalhar, deixando a “árdua tarefa de fotografar” Mr. Berry nas mãos do Pedro.Não reparei muito no horário em que o show começou, mas não deve ter atrasado. Se não foi pontualmente às 21h foi pouquíssimos minutos depois que o riff clássico da intro de Roll Over Beethoven abriu a noite, mostrando um Chuck que nada mais é do que o bom e velho Chuck: show sem setlist definido, com ele tocando o que tava a fim, tirando onda com o pianista e sacaneando a sua banda, mudando as introduções e andamentos das músicas. Nos últimos anos ele tem viajado com sua banda, que conta também com seu filho, Chuck Berry Jr. na outra guitarra. Antes viajava sozinho e nem guitarra levava. Tinha como exigências uma guitarra Gibson semiacústica — em sua primeira apresentação no Brasil, 1993 foi Marcelo Nova quem emprestou sua Gibson para Mr. Berry — e uma banda que conhecesse suas músicas. O show rolava direto, sem ensaio nem passagem de som. Bruce Springsteen e Stevie Miller, por exemplo, já foram guitarristas de apoio de Chuck Berry em shows pelos Estados Unidos.

Chuck Berry é Chuck Berry. Uma lenda, um mito, O Cara.
Não dá pra dizer que seus shows são sempre iguais, pois o cara tem quase 300 canções compostas, além de alguns temas de outros compositores que ele resolve colocar em seus shows, mas o figurino, o tempo de apresentação (menos de uma hora) e as mulheres no palco (nessa foto, do show de Porto Alegre aparece a Simone, uma querida amiga!) para encobrir sua saída — sem bis — são sempre (ou quase: em Porto Alegre, no show de 2008 que encerrou a tour no Brasil rolou um bis! Também pudera, segundo o cara foi o melhor show da turnê!) iguais. O que muda é a emoção no rosto de cada espectador, sem contar que é um show pra cima! Alegre e descontraído.

Extasiado mais uma vez, pois foi a segunda oportunidade que tive de ver ao vivo o cara que me fez querer tocar guitarra por tabela (com Johnny Be Goode quando vi Michael “Marty McFly” J. Fox em 1985 no filme Back to the Future), saí do teatro e fui para o Espaço Du Font (bar do meu grande brother Mário, em frente à Ponte do Guaíba, num clima daqueles bares de beira de estrada que a gente vê nos filmes, algo como o Double Deuce, do filme Matador de Aluguel, onde a banda da casa era o Jeff Healey Band) curtir o tributo ao Raulzito da banda Paranóia II, em homenagem aos 20 anos sem Raul Seixas, que morreu em 21 de agosto de 1989. Ou seja: entramos na madrugada do dia em que Raul morreu fazendo uma homenagem à ele depois de assistir uma de suas maiores influências. Sei-lá bixo: tenho essas viagens de ir juntando as coisas que acontecem na vida, na história, buscando uma ligação entre elas. E acho que foi isso que me deu a segunda maior emoção que senti em minha vida, superada apenas pelo momento em que peguei meu filho no colo quando nasceu: um encontro, um aperto de mão e o autógrafo de Chuck Berry, que foi tatuado em meu braço direito, onde também tenho escrito “Minha Vida é o Rock and Roll”.
Cheguei em casa por volta das 3 da manhã. A Cris, minha mulher que havia ido junto ao show e quase subiu ao palco já estava dormindo, pois como ela acorda muito cedo para trabalhar, depois do show foi para casa e eu, como escrevi antes, para o tributo ao Raul. Tomei uma dose de Jack Daniel´s cowboy e um banho. Deitei e dormi.
Na sexta-feira, dia 21, acordei perto das 9h e comecei a lembrar do sonho que tive: eu tinha ido ao aeroporto, encontrado Chuck Berry, pedido um autógrafo em meu braço e tatuado depois. Dei uma risada, pois essa idéia tinha sido dada pelo Thiago Scott — mais um dos malucos que fazem parte da Rádio Putzgrila — nos emails internos que enviamos diariamente para definirmos as diretrizes da rádio. Dei uma risada mas pensei: “Por que não? São 9 horas. Vou pegar o carro e ir para o aeroporto. O máximo que vai acontecer será eu ficar lá até o meio dia e ir apresentar o Digestivo Putzgrila, programa que apresento de segunda à sexta, das 13 às 15h na Putzgila”.
Cheguei umas 9h30min no aeroporto. Óbvio que deixei o carro estacionado numa parte onde é proibido, mas na qual todo mundo estaciona. Se fosse multado, azar. Era pelo rock, e o rock hoje — ao contrário do que já foi por influência do Berry — anda muito careta e bundão, sem atitude.
Enquanto caminhava uns 400 metros até uma das entradas da área de embarque do Aeroporto Internacional Salgado Filho liguei pra Sabrina para saber se rolava com a produtora alguma informação de horário de embarque. Ilusão a minha. Óbvio que eles não iam dar essa barbada. Tudo bem, entrei no aeroporto, comprei um vanilla expresso (meu vício, já que os outros são esporádicos, mas o vanilla é diário. Uns 3 ou 4) e fui caminhando em direção ao check-in, olhando para ver se via alguma movimentação diferente. Nada. Perguntei a um dos seguranças do aeroporto se ele tinha percebido alguma coisa fora do normal naquela manhã. Falei sobre o Chuck Berry, como era e tal, mas ele não tinha a mínima idéia de quem era, e disse assim: ”Ah, não tem erro. Os artistas entram pela porta sem frescura, só que fazem o xéquim na frente dos outros e vão direto para as salas de embarque. Claudia Raia fez assim.”. Agradeci a atenção, desejei um bom dia e fui indo em direção à entrada que fica na frente da sala de embarque, a primeira de quem chega ao aeroporto.

Não deu um minuto e Mr. Berry — com seu quepe, óculos escuros e uma jaqueta azul, meio lilás — entra com sua banda e um “peixe-piloto”, um segurança, acompanhante, que não deixava as pessoas chegarem muito perto, seguindo-o como uma sombra. Olhei pra ele a uns 3 ou 4 metros de distância e disse: “Mr. Berry I just wanna say thank you for the rock and roll!”. O cara caminhou na minha direção e extendeu a mão! Apertei a mão dele tremendo, não acreditando muito no que tava acontecendo, mas disse algo como “Do you sign my arm for a tattoo?” ele responde apenas “On a corner, on a corner” e saiu andando na direção do check-in. E eu do lado! Acompanhando! Quando passamos próximo a um pilar, com uma propaganda luminosa ele pediu a caneta e caminhou ao meu lado uns poucos metros, até encostarmos no pilar. Peguei uma caneta de retroprojetor vermelha que eu tinha levado no bolso da camisa, tirei a tampa e entreguei pra ele. Ele segurou meu braço com a mão esquerda e autografou na parte interna de meu antebraço!

Agradeci!! E ainda mostrei minha tatuagem no mesmo braço, no outro lado, que diz “Minha Vida é o Rock and Roll” e disse: “This tattoo is My Life is the Rock and Roll”. Ele me entregou a caneta e disse: “Yeah boy. Our life is the Rock and Roll!”, e saiu andando na direção da banda e do segurança! Acho que esse momento durou menos de 10 segundos! E eu ainda tava com o copo de vanilla expresso na mão!

Foi tudo muito rápido! Eu pedi uma foto e o segurança, que falava português, disse não. Podia tirar fotos dele mas não com ele. E Mr. Berry saiu rindo em direção ao check in, onde os outros integrantes da banda já estavam. O movimento no aeroporto era pequeno, algumas pessoas o reconheceram, ouvi comentários do tipo “o cara é uma lenda”, mas sem muito assédio. Fiquei ainda um breve tempo, menos de 5 minutos, olhando eles despacharem as malas e irem para a sala de embarque. Algumas pessoas batendo fotos, outras apontando, ele abanando de longe (tirei algumas fotos, mas ficaram ruins. Eu ainda tremia! E nem me liguei na regulagem da câmera). Quando eles realmente foram para a sala de embarque consegui pelo menos tirar uma foto com Chuck Berry Jr, o filho do Cara, e ainda disse: “Keep on Chooglin´ man!”!
Pra mim foi algo como tirar uma foto com aquele outro cabeludo — o Jotacê — e dizer: “Bixo, continua espalhando a mensagem de paz e amor do teu pai”.

Como o Edu tá em Portugal, acabei tatuando com o não menos talentoso Camilo.
Valeu meu velho! A tattoo ficou ducaralho!
Muito obrigado meu amor, pela força sempre! Obrigado à Sabrina, Pedro, Scott e todo staff da Putzgrila, meus amigos e irmãos. Juntos — e por ideologia — não vamos deixar o rock and roll morrer.
E dia 16 de setembro é a vez de Jerry Lee Lewis mandar ver em Porto Alegre, no Pepsi on Stage, e com show de abertura de outro grande irmão e amigo: Mutuca e sua banda, Os Animais.
Mr Berry, muito obrigado pelo rock and roll!
Grande abraço a todos!
Keep on rockin´!
Rafael Cony
• Apresentador dos programas Digestivo Putzgrila (seg a sex, 13 às 15h), Rafael ao Cubo (terça, 15h) e Putzgrila Classic Álbuns (quinta, 15h) na Rádio Putzgrila — http://www.radioputzgrila.com.br/ — a rádio rock de verdade!
• Músico e produtor da banda Só Creedence – www.socreedence.com.br



